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Metas para 2022

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Sempre que eu preciso ilustrar para alguém a minha indecisão,falo do final do Ensino Médio e os vestibulares que prestei. Por incrível que pareça, eu prestei quatro vestibulares, cada um pra um lado aleatório. O primeiro foi o que escolhi de verdade, que eu queria mesmo fazer o curso: Design de Games. Passei em oitavo lugar, mas não estava trabakhando e não tinha dinheiro nem para a inscrição,imagine para as mensalidades. Depois prestei Administração, Publicidade e, por fim, Jornalismo, cinco dias antes do início das aulas. Segui no Jornalismo e poderia dizer na the rest was history, mas a verdade é que nunca curti muito o curso. Tinha matérias legais e tudo, mas meu interesse no jornalismo era mais atrás das câmeras. A primeira vez que senti que realmente gostava de um trabalho foi quando fiz parte da equipe de assessoria de imprensa do Revelando São Paulo, lá em 2010. Eu amei ter que vender a pauta do evento para os jornalistas, amei cobrir o evento para gerar sugestão de paut...

Fly With Me

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Lá em 2009, quando eu criei esse blog para uma aula da faculdade, confesso, o nome foi escolhido meio às pressas, usando uma música que eu curtia dos Jonas Brothers (que literalmente chama Fly With Me e que eu gosto, outra confissão, porque o refrão inclui Peter Pan, "Peter Pan and Wendy turned out fine, so won't you fly with me?" ), com cinco posts feitos meio nas coxas porque precisava de cinco posts para completar o trabalho. Inclusive, os dois primeiros e o quinto post seguem online: um de abertura meio sem pé nem cabeça com título de uma música de High School Musical, um review de This Is It e um post meio perdido que continha um podcast, mas que há muito só tem um link quebrado porque o site saiu do ar. xD Sim, eu já gravei um podcast. Bons tempos, bons tempos. O ponto aqui é que eu não pensei muito sobre o nome, achei bonitinho e ficou, assim como o endereço nada mais é que o apelido que a Ninha me deu uns 14 anos atrás - Lilymon. Eu criei alguns motivos, que dá ...

New Year

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Sabe aquele negócio de recomeçar no ano novo? Minha virada de 2021 para 2022 foi tão caótica que eu nem pensei nisso. Pela primeira vez em muitos anos,eu não comemorei de verdade uma mudança de ano. Não fiz metas, nem pensei em resoluções, olhar para trás e analisar o ano que passou, então, não pensei nisso até esse presente momento, para ser sincera. Pela primeira vez em todos os 31 anos de vida – ou todos que eu consigo pensar -, eu passei a virada de ano longe da família. Trabalhei até 23h54 do dia 31/12 e subi correndo para o open deck para ver os fogos de artifício com uma amiga, e foi... Estranho. O mesmo vale para o Natal, que pareceu chegar muito mais rápido que nos anos anteriores. Foram experiências únicas à própria maneira: primeira vez passando Natal e ano novo longe da família, primeira vez assistindo ao vivo aos fogos de Copacabana, primeira vez passando o Natal com amigos que parece que conheço há anos, mas que conheci há três meses, e primeira vez passando meu a...

Athena

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Em algum momento de 2005, minha irmã decidiu e me convenceu de que devíamos ter um gato. Eu não lembro a conversa, mas eu lembro de ter sido convencida disso, ter mandado mensagem pra uma ONG (acho que a Adote Um Gatinho) porque a gente viu uma gatinha mega fofa chamada Gaia, e ter ido com ela num petshop na frente de casa comprar tudo que fosse necessário. Saímos de lá com tudo que a moça julgou util para donas de primeira viagem: caixinha de areia, comida, um brinquedo aleatório, uma caixinha de transporte fofa e  nada prática (de espuma, com um colchão e portas teladas que a Athena destruiu em dois meses), pote de água e comida, até ganhamos (?) a pá pra limpar a caixinha de areia. Chegando em casa, porém, vimos o email dizendo que a Gaia já tinha sido adotada. Em algum momento dessa bagunça, a gente contou, ou minha mãe descobriu, os planos de adotar um gato. Sim, meu eu de 15 ou 16 anos e minha irmã de 11 ou 12 íamos adotar um gato sem contar pros pais. Brilhante, devo diz...

Resoluções de ano novo 2021

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Você faz resoluções de ano novo? Metas, goals and all that jazz? Eu sempre fiz "metas" que consistiam em coisas que eu queria fazer... Na vida. Praticamente uma bucket list por ano, e acabava meio frustrada quando encontrava a lista de novo, porque não tinha lembrado de nada durante o ano e, por consequência, não tinha cumprido praicamente nada. As metas também eram gerais demais e, sinceramente, eu nunca alcançaria a maioria porque não tinha como dizer quando tinha chegado lá - tipo se eu escrever "emagrecer", que diabos consistiria "emagrecer"? Perder um quilo é emagrecer, mas obivamente não era nisso que eu pensava quando escrevia. Uns anos atrás, eu tentei fazer o 101 Coisas em 1001 Dias, e, olhando agora, esse erro rolou lá também, e foi só em 2020 que eu aprendi a fazer metas que eu conseguisse cumprir, de acordo com os planos e o "andar da carruagem" do ano anterior. Então, com base no ano de 2020, dos planos e promessas para 2021, e...

2020

2020 foi... Um ano diferente. Para mim, começou muito bem, com um trabalho que eu semore quis, conhecendo novos lugares, com novas experiências, belas paisagens, ganhando bem e fazendo mil planos. Como muita gente, eu tive que esquecer esses planos e tentar algo on the go, enquanto refazia tudo. Lá em janeiro, eu embarquei para realizar o sonho diferente que é trabalhar num cruzeiro, que, aliás, foi mais ou menos o que eu esperava, e para juntar dinheiro e fazer a tal sonhada viagem para a Coréia, que já estava bem planejadinha. Tudo correu bem até março, quando o surto virou pandemia e os países começaram a fechar enquanto, por aqui, as pessoas aparentemente começavam a entender a dimensão do problema. Tem quem diga que não sabia e não tinha como prever, mas é só olhar os registros para ver o pesadelo se formando lentamente desde dezembro passado. No navio, estávamos praticamente entre a cruz e a espada - você fica no seu país, onde o covid-19 está dando as caras e os números co...

BlingBling

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Soooo... Quando eu comecei a escrever o post sobre minha jornada como shawol, esse post era pra ser o segundo. De fato, aquele post existe como introdução pra esse, porque é setembro amarelo e eu queria falar sobre - aliás, eu espero não estar deprimindo ninguém com esses posts, er. ^^' Ou com o excesso de posts sobre o SHINee, er Quando eu via o SHINee, eu achava que o Jonghyun era o líder do grupo. Depois descobri que não, ele não era. xD Onew é o mais velho e o líder, Jonghyun é "só" extrovertido, falante, carismático, geralmente no meio quando o grupo se organizava para fotos e entrevistas. Ele também não era o dançarino principal, apesar de dançar incrivelmente bem, mas dividia o posto de vocalista principal com o Onew, algo justo para a pessoa com a voz mais bonita que já ouvi, com um controle muito bom mesmo quando estava dançando. (aliás, eu amo a coreografia "espelhada" de Excuse Me Miss do Taemin com o Jonghyun, e sim, eles estão cantando ao v...